Que satisfação ter você aqui!

Geralmente as pessoas que chegam até aqui são profissionais de Marketing e Vendas e estão com algum problema para resolver que, na maioria das vezes, se resume em “vender mais”.

E é assim que eu passo o dia, encontrando e dando soluções para esses profissionais.

Mas nem sempre foi assim.

Em 1988, com 8 anos, eu ganhei o meu primeiro computador padrão MSX, Gradiente Expert. Era um computador com jeito de videogame, que eu alternava entre cartuchos de jogos e aprender a linguagem de programação BASIC.

MSX - Gradiente Expert (Foto: Reprodução/ Wikipedia )

MSX - Gradiente Expert (Foto: Reprodução/Wikipedia)

Meus pais, economistas, trabalhavam na empresa da família, fundada por meu avô. Era uma fábrica de produção e exportação de cera de carnaúba em Fortaleza, minha cidade natal.

À tarde como não tinha com quem ficar em casa após a escola, eu os acompanhava para o trabalho. Depois de fazer a lição, eu fazia algumas tarefas que pudessem ajudar meus pais e aprender sobre o trabalho que precisa ser feito (jobs-to-be-done).

Na década de 80 a fábrica passou por uma “transformação digital” com a compra dos computadores IBM PC. 

Meu pai era o vendedor responsável pelas exportações, falando 5 idiomas e apaixonado por números. Na época a comunicação internacional era por telefone e Telex. Eu acompanhei o processo do meu pai mudando de planilhas em papel para o computador, tendo os treinamentos junto com ele, aprendendo Lotus 123 (software de planilhas como o Excel). Os relatórios de vendas e as cartas eram digitadas no WordStar, software de editor de texto.

Minha mãe cuidava da parte financeira e da produção. Para ajudá-la, eu “desenhava” o layout de formulários no computador, que eram impressos e depois copiados para serem usados nos processos da empresa.

Até os meus 14 anos, essa era a minha rotina: escola-trabalho-inglês. Durante esse período novos softwares e tecnologias foram surgindo, como o FAX e o Internet Banking.


1995

1995 definitivamente não foi um bom ano para minha mãe, que teve problemas familiares relacionados à gestão da empresa. Como meu pai já passava metade do mês em São Paulo realizando vendas, foi uma decisão natural mudar para São Paulo para ficar mais próximo do meu pai e mudar os ares.

A relação com meus tios e primos nunca foi a mesma depois disso e não durou muito para as fábricas falirem.

Com minha mãe sem trabalho e meu pai buscando outra empresa para realizar representações comerciais, a vida nos fez “apertas os cintos” e passar a ter gastos simples e mínimos. 

Éramos em 5 pessoas em São Paulo: eu, minha mãe, meu pai e meus irmãos, um casal de gêmeos. A minha irmã mais velha, com 19 anos na época, decidiu ficar em Fortaleza.

Moramos em um apartamento de 2 dormitórios que meu pai comprou quando se casou com minha mãe. Meus pais se conheceram em Londres, enquanto cursavam Mestrado em Economia e quando retornaram para o Brasil, meu pai iria trabalhar em São Paulo, antes de ser convidado a trabalhar na empresa do meu avô.

Eu sempre estudei em colégio católico e quando me mudei para São Paulo fui estudar no Colégio Nossa Senhora de Sion. Mesmo com a grana curta (curta mesmo), meus pais sempre colocaram a educação em primeiro lugar.

Em 1995 também foi quando eu tive acesso à Internet discada. Sem grana e para conseguir pagar a conta do telefone, eu fazia trabalho de digitação.

1995 foi um ano divisor de águas. 


Nerd

Imagina um adolescente nordestino em São Paulo, sem amigos, em uma escola nova, com um sotaque carregado, que falava “arre égua” e ninguém tinha a mínima ideia do que eu estava falando (era bullying na certa!). 

Enquanto eu usava tênis Rainha, meus colegas de sala usavam New Balance. Muitos avaliavam os colegas de acordo com o número do modelo do tênis New Balance (999, 1600, etc) e era isso que determinava quem podia fazer parte do grupo. (Foi o primeiro processo de qualificação de lead que que eu passei - na pele! - e fui desclassificado!)

Eu imagino que o fato de eu tirar notas boas e passar cola foi o que me ajudou a ter melhor aceitação pelo grupo dentro da escola porque nunca fui a uma matinê com eles. Alguns eu ia na casa fazer trabalho de escola, instalar antivirus ou jogar um jogo de computador.

Meu dia se resumia em: escola; estudar; freelancer de digitação; ficar conectado.

Sem uma vida social muito ativa, eu ficava horas por dia online, conectado em BBS (Bulletin Board System), IRC (Internet Relay Chat) e pesquisando no Altavista.



Primeiro emprego 

Quando eu passei no vestibular em 1997 para Ciência de Computação eu comecei a buscar estágio.

Fui contratado por uma empresa de tecnologia que gostaria desenvolver uma aplicação web para cálculo de IPVA, que foi feita em CGI/Perl e chegou a ser disponibilizada como ferramenta no portal UOL. 

Assim começou a minha carreira de programador.

Após 2 anos no meu primeiro emprego programando como estagiário, decidi sair. 



Consultor

Saí do meu estágio com 19 anos para fazer um bootcamp (intensivão) de treinamentos para me tornar um Engenheiro de Sistemas Certificado Microsoft (MCSE - Microsoft Certified Systems Engineer).

Naquela época os treinamentos me deram a base para poder desenvolver aplicações complexas, com múltiplos servidores e balanceamento de carga.

Terminei os treinamentos praticamente “empregado”, sendo contratado como PJ pelas empresas para desenvolver projetos web.

Dos 19 aos 21 anos realizei consultoria web para multinacionais como Saint-Gobain, Cargill e Accenture.


A NA5

Aos 22 anos, com a demanda dos clientes maior do que a minha capacidade de atendimento, vi a oportunidade de abrir uma empresa.

Em 2002, em um encontro de amigos do Colégio Sion, comentei o que estava acontecendo e falei sobre a vontade de abrir uma empresa. Meu amigo Guilherme, que trabalhava em uma empresa familiar, também tinha o mesmo desejo. Depois daquele encontro continuamos a conversar e foi assim que nós dois, naquele ano, fundamos a NA5.


Especialista em Marketing e Vendas

A NA5 começou focada em consultoria especializada em desenvolvimentos web sob medida.

Entretanto, muitos clientes não conseguiam gerar resultados e crescer por não fazerem um trabalho de marketing adequado. Eles pensavam que era só criar uma loja online ou ter uma serviço online para oferecer, que os clientes iriam brotar automaticamente.

Muitos clientes, de tempos em tempos, voltavam a nos procurar para atualizar o site ou criar novas funcionalidades e quando isso acontecia, nós percebíamos que seus negócios não davam uma alavancada como poderiam dar, pois eles não faziam ações de marketing digital de forma eficiente.

Era ótimo poder ter clientes com recorrência, mas eu e meu sócio queríamos, de fato, ver os nossos clientes crescendo. O propósito da NA5 sempre foi muito maior do que só pegar o cheque do cliente.

Por isso, nós começamos a oferecer também consultoria de marketing digital. Em 2009 já fazíamos Marketing de Conteúdo.

Em 2014 com nossos clientes buscando aumentar os resultados de vendas, nós sentíamos que precisávamos dar um próximo passo. Foi quando a NA5 tornou-se parceira da HubSpot, plataforma nº 1 em automação de marketing. 

Assim, além de ajudar os clientes com o desenvolvimento e integração de seus sistemas, nós nos tornamos especialistas em Marketing e Vendas.


Professor

Em 2014, minha esposa estava no sexto mês de gravidez do nosso segundo filho, quando começou a sentir contrações. Era muito cedo para isso e a gravidez se tornou de alto risco, então ela teve que ficar internada por 10 dias para uma medicação que inibia as contrações.

Durante esses dias no hospital, eu tive tempo para pensar bastante: “O que vou deixar de legado para os meus filhos? Como posso ajudar outras pessoas e dar esse orgulho para minhas crianças?”

Fazia anos que eu tinha vontade de dar aula, mas foi ali que eu recebi o empurrão que faltava. 

Ainda no hospital comecei a pesquisar opções de Mestrado em Design, minha área de formação. A Universidade Anhembi Morumbi estava com inscrições abertas e enquanto eu ficava com minha esposa no quarto do hospital, escrevi o pré-projeto para submeter junto com minha inscrição.

Felizmente fui aceito no Mestrado. Logo que comecei, meu orientador sugeriu que eu criasse um site para ser o estudo de caso. Foi ali que surgiu meu site e blog pessoal angelopublio.com.br.

Ainda durante o Mestrado, comecei a dar aula presencial de Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo para gerentes de Marketing de alta performance em uma escola de cursos livres em São Paulo.

Depois de 1 ano dando aulas presenciais, em 2016 comecei a dar aulas online na plataforma Udemy, na qual mantenho os meus cursos até hoje.


Novos estudos

Em 2016 me tornei Mestre em Design com a criação da metodologia Play-Driven Design, que permite o engajamento de personas e estimula a produção espontânea de conteúdo.

Agora estou aqui, dividindo o meu tempo em fazer a NA5 crescer, cuidando de esposa e filhos, ajudando minha querida mãe e buscando um tempo para mim – corpo e mente.

Apesar de eu adorar fazer atividade física, quase que uma necessidade como tomar banho todo dia, durante o mestrado eu descobri nos estudos algo ainda maior. A musculação é algo que me desestressa e me dá uma sensação pessoal de prazer, mas é quando eu transformo um estudo em um texto que pode fazer a diferença na vida pessoal e profissional de outras pessoas, que me sinto pleno.

Queria eu poder todos os dias separar 4 horas para fazer esporte e estudar. Quem sabe ainda vou ganhar essa graça!

No meu dia a dia eu converso com Diretores e Gerentes de Marketing e Vendas que querem respostas para resolver suas dificuldades sobre como vender mais. Os meus alunos online são analistas de marketing e vendedores que querem saber como fazer. Eu, como CEO da NA5, também tenho as minhas próprias perguntas sobre como crescer nosso negócio, estar à frente dos concorrentes e acompanhar todas as mudanças do consumidor. E, como estudioso, ainda pesquiso e desenvolvo o que pode ser o meu pré-projeto de doutorado.

O que pesquiso hoje e compartilho aqui, tende a responder pelo menos algumas dessas perguntas, que sempre trago as fontes de consulta para fundamentar os meus pensamentos e futuros trabalhos científicos.



Você ficará de olho no seu email de novo!

Antes, eu usava aplicativos como bloco de notas e Evernote, para guardar as minhas anotações e observações sobre Marketing e Vendas que eu considerava relevante para os meus estudos, para utilizar em minhas aulas e nos meus discursos com prospectos e clientes.

Mas o que adianta eu guardar isso tudo com tantos Profissionais de Marketing e Vendas precisando de soluções para os seus problemas? 

Eu acredito que as pessoas precisam de apoio em sua jornada de conhecimento e, por isso, agora compartilho as minhas anotações com os meus leitores.

 
Obrigado por continuar a criar conteúdo tão pensativo e atraente, Angelo!
— Paul Rios, Diretor Geral do Brasil na HubSpot

Para mim, é uma satisfação ter pessoas de altíssimo gabarito fazendo parte dos meus leitores e busco sempre me manter atualizado para corresponder a confiança que todos eles depositam em mim!

 
Angelo Públio está na minha whitelist. Tenho acompanhado o seu conteúdo há alguns anos e ele sempre se apresenta relevante e atual.
— Eduardo Correia, Country Partner Manager da SharpSpring Brasil

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Continuar estudando faz parte. Divirta-se!

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Angelo Públio
Autor, pai, professor, palestrante, pensador, sonhador e uma vida cheia de projetos

 
 

Perguntas Frequentes

“Tem algum exemplo de conteúdo vou receber?”

Claro! Confira abaixo 3 exemplos de artigos:

“Você pode dar uma opinião para ser citado em um artigo ou programa de rádio/tv?”

Eu geralmente respondo solicitações da mídia para dar comentários, opinião como especialista ou outras análises sobre Inbound Marketing e HubSpot. Dependendo da minha disponibilidade, fico feliz em participar.

Meus tópicos preferidos como expert ou com experiência, mas não ativamente pesquisando:

  • Inbound Marketing

  • Inbound Sales

  • Design Digital

  • SEO

  • HubSpot

  • WordPress

  • Automação de Marketing

  • Automação de Vendas

  • Chatbot

  • Engajamento online

  • Criação de comunidades

  • Redes Sociais

  • Integrações de sistemas

  • UX

  • Design de jogos em Marketing

“Você pode dar uma palestra, participar do meu painel, gravar podcast ou vídeo, escrever para minha publicação?”

Talvez! Verifique na pergunta acima e sinta-se à vontade para entrar em contato por email com os detalhes do que você precisa e que compensação você pode oferecer. O limitador aqui é, na maioria das vezes, só o tempo — eu tenho que balancear o trabalho, família e oportunidades como a sua.

“Angelo, vamos trocar links e aumentar a relevância da gente? Você publica um link para o meu site e eu coloco um link para o seu.”

Muito obrigado pelo convite, mas eu não tenho interesse nesse tipo de parceria.

“Você pode ganhar muito dinheiro em nosso programa de afiliados. Quer participar?”

Não, obrigado. Não tenho interesse em programa de afiliados.

“Seria muito legal se você pudesse incluir em um dos seus artigos um link para o nosso site para que o seu leitor possa conhecer o nosso produto/serviço. Que tal?”

Não tenho interesse, obrigado. Se você tem interesse em promover um link, veja a pergunta abaixo.

“Quais as formas de parceira que você está disposto a conversar?”

Desde que comecei este blog, tenho construído minha voz, dando minha opinião e ponto de vista a partir das coisas que uso e acredito que ajudarão os meus leitores. Estou disposto a ter patrocínio mensal para empresas que querem promover sua marca, produto, serviço ou mensagem divulgados aqui e em minha comunicação. Também criar uma série de artigos em uma temática que seja atraente para você patrocinar. Posso, ainda, escrever um artigo patrocinado sobre sua empresa ou o seu produto, de um ponto de vista que possa ser útil para os nossos leitores. Eu mesmo escreverei os artigos, de forma que não tenho como publicar press release. Serei totalmente transparente com meus leitores sobre o artigo ou a avaliação da ferramenta ser patrocinada. Buscarei criar um conteúdo que possa promover sua marca de forma transparente e ao mesmo tempo que seja genuinamente útil aos leitores. Se você está interessado nesse tipo de parceria, por favor, entre em contato pois eu estou muito animado com onde nós poderemos chegar no futuro.

“Obrigado por nos mencionar em um post. Gostaria de saber se você poderia substituir o link referenciando para outro para o qual eu preciso direcionar mais acessos?”

Não. Geralmente esse tipo de alteração só traz benefício para você. Uma boa conversa é uma relação de ganha-ganha. Se, no fundo, o que você quer é promover um link específico, veja a pergunta anterior.